Vamos nos permitir

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A literatura erótica feita por mulheres e para mulheres sempre esteve presente nas prateleiras de toda e qualquer livraria ou na chamada literatura de banca, mas com o sucesso midiático da trilogia Cinquenta Tons de Cinza, o gênero passou a frequentar a lista dos livros mais vendidos mundo afora.

Para quem esqueceu o pudor e topou se aventurar na história de Anastácia e Grey e quer conhecer mais sobre o gênero, o Relicário preparou uma lista com alguns títulos que te ajudarão a explorar esse nicho literário.

Toda Sua (Trilogia Crossfire)- Sylvia Day
O primeiro livro da trilogia segue a fórmula consagrada por E.L James (Cinquenta Tons de Cinza), mas há quem diga que Day consegue superar a narrativa de James por apresentar uma escrita mais madura.
Na trama, Eva Tramell tem 24 anos e acaba de conseguir um emprego em uma das maiores agências de publicidade dos Estados Unidos. Tudo parece correr de acordo com o plano, até que ela conhece o jovem bilionário Gideon Cross, o homem mais sexy que ela já viu. Gideon imediatamente se interessa por Eva, que faz tudo o que pode para resistir à tentação. Mas ele é lindo, forte, rico, bem-sucedido, poderoso e sempre consegue o que quer.
Uma relação intensa começa. O sexo é incrível. Capaz de levar os dois a extremos a que jamais tinham chegado. E, então, eles se apaixonam — o que pode ser tanto a chave para um futuro feliz quanto uma faísca que trará de volta os traumas do passado. 

 A Casa dos Budas Ditosos- João Ubaldo Ribeiro
A obra, que compõe a Coleção Plenos Pecados, relata, com ricos detalhes, a vida de uma devassa senhora, a qual narra o conto. Um relato incomum, chocante, irônico e interessante, alcança dimensões de um retrato sociológico de toda uma cultura e geração, envolvendo um dos pecados mais indomáveis e capitais, a luxúria.










Lolita — Vladimir Nabokov

Lolita é um dos mais importantes romances do século XX. Polêmico, irônico, tocante, narra o amor obsessivo de Humbert Humbert, um cínico intelectual de meia-idade, por Dolores Haze, Lolita, 12 anos, uma ninfeta que inflama suas loucuras e seus desejos mais agudos.
É também uma aventura intelectual que não deixa ninguém indiferente, um relato apaixonado de uma sensualidade alucinada, uma autópsia implacável do modo de vida americano. 'Lolita' é chocante, desafia tabus, escandaliza. O livro foi incorporado ao imaginário coletivo da modernidade, e até o nome da personagem tornou-se um substantivo corrente, provas do alcance e da genialidade do autor.


A Vida Sexual de Catherine M.-  Catherine Millet 
Millet descreve como depois de perder a virgindade aos 18 anos, começou sua carreira de serial lover, transando com vários homens ao mesmo tempo em lugares variados, clubes privados, à beira de estradas, bancos públicos, além de casas particulares, ela viveu fartamente o que se poderia chamar de sexo pelo sexo , ou seja o sexo sem qualquer tipo de vínculo sentimental - o sexo numérico, consecutivo, anônimo, sem preâmbulos, sem romance, puro prazer. Suas descrições de cenas sexuais são precisas, quase distanciadas. Catherine faz amor com a mesma naturalidade com que respira. O livro alinha não só descrições minuciosas de seus muitos e ocasionais amantes com fotos também pouco reservadas. 

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