ano novo

Novos rumos para 2017

19:17


O ano de 2016 parece ter sido complicado para todo mundo. E, no geral, eu não fiquei de fora das crises e dos atrasos que esse ano proporcionou. Muitos dos acontecimentos me fizeram perder a vontade e o empenho que normalmente dedico as coisas que me agradam e o Relicário foi diretamente afetado por esse processo.

É difícil dizer, mas em 2016 eu pensei em abrir mão desse espaço apesar de gostar muito de ter um local para lorotar sobre livros, filmes e séries. E isso se refletiu no número de postagem, na minha dedicação e até nas minhas leituras.


Mas a melhor parte de toda crise é que ela acaba! E todo esse drama serviu para que eu pudesse pensar, pensar e pensar mais um pouco sobre como quero levar esse projeto adiante. Sendo assim, ficou decidido que em 2017 eu vou me arriscar mais e isso significa que o Relicário também se arriscará mais. Novos conteúdos, novas plataformas, novos desafios, novos sentidos e muita vontade de fazer acontecer.

Siga o Relicário no Instagram


Espero que me acompanhem nessa nova jornada!
Seja bem-vindo, 2017!





Clássicos

Cinco Clássicos para 2017

18:57



Quem acompanha as minhas peripécias aqui no Relicário sabe que eu tenho o péssimo hábito de não concluir a maioria dos desafios ou metas de leituras que me proponho a fazer. A grande questão é que o meu humor influencia muito nas minhas decisões de leitura e no geral eu não sei lidar com nada muito rígido e pré-estabelecido.  Mesmo assim, estou me propondo uma meta de leitura para o ano novo baseada em livros que sempre tive vontade de ler.
Para 2017, além de dar continuidade ao Desafio Rory Gilmore, quero ler mais clássicos e por isso pretendo ler pelo menos 5 deles durante todo o ano. Sendo assim, optei por compor essa lista com livros que eu já queria ler e livros que já possuo.
Os cinco clássicos escolhidos para esse desafio são: David Copperfield (Charles Dickens), O Grande Gatsby (Scott Fitzgerald), Orgulho e Preconceito (Jane Austen), A Época da inocência (Edith Wharton) e O Conde de Monte Cristo (Alexandre Dumas).
Estou bastante empolgada para começar o desafio e inserir mais clássicos a minha lista de leitura de 2017.

ano novo

How I Met Your Mother e as metas para 2017

02:21



A vida é cheia de coincidências estranhas em que a gente passa meses amargurando umas questões e de repente, de onde menos imagina, quando menos espera vem a iluminação. Uma frase que me marcou muito no seriado Dawson's Creek dizia algo como “as melhores respostas para os problemas da vida estão no cinema” e eu não poderia concordar mais. E acrescento, as melhores respostas para os nossos problemas também estão nas séries, escondidas naquelas em que a gente nem supõe.
Já estamos de comum acordo que o ano de 2016 não foi um dos mais agradáveis. Para mim foi ano de muitas decepções e muita solidão também – mesmo disfarçada de companhia. E como consequência acabei entrando no meu modo ostra e excluindo diversas situações e pessoas do meu convívio e perdendo a fé na minha própria capacidade de reverter esse quadro. Meio derrotista, eu sei, mas normalmente a gente nem percebe que entra nesses processos de autodefesa e acaba se acostumando a não sair da zona de conforto.

E foi justamente num dos meus momentos ostra, vagando sem prestar muita atenção pela timeline do Facebook que me deparei com um vídeo que colocou tudo em perspectiva. E não, não era um vídeo de autoajuda. Era um compilado de cenas do Ted Mosby de How I Met Your Mother. Vale ressaltar que eu nem assistia a série e até aquele momento não tinha interesse em ver, mas por algum acaso eu cliquei no vídeo e agora estou na terceira temporada. No entanto, mais do que despertar o interesse pelo seriado, aquele vídeo me fez refletir sobre o que eu quero para mim em 2017.


No início do vídeo ao relatar para uma amiga que estava acreditando cada vez menos e ao listar coisas que queria deixar para trás, Ted recebe o seguinte conselho: “Você escreveu todas essas coisas para as quais quer dizer adeus, mas há tantas coisas boas. Por que não dizer adeus às coisas ruins? Diga adeus a todas as vezes que se sentiu perdido. Aos momentos em que houve um Não ao invés de um Sim. Aos arranhões e machucados. A toda mágoa. Diga adeus a tudo o que você quer fazer pela última vez”.
E esta é a minha grande meta para 2017. Dizer adeus a tudo que não acrescenta, a tudo que de alguma forma me machucou. Dizer adeus a todos que não trazem um mínimo de leveza ao meu dia, a todo egoísmo disfarçado de amizade, a falta de reciprocidade, a todos os nãos. E principalmente, assim como no seriado, dizer adeus a tudo que eu quero fazer pela última vez.


.

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-SemDerivações-SemDerivados 2.5 Brasil.